Saltar para o conteúdo

App de mensagens · iOS e Android

Conversaà vontade.

Sem email. Sem número de telemóvel.

Projeto
Mynah
O que fizemos
Marca, interface e núcleo em Rust
Estado
Em desenvolvimento
Ligação
Sem ligação pública

O projeto

O estado de segurança é informação calma: aparece uma vez, no lugar certo, sem alarme.

A Mynah é uma app de mensagens para iOS e Android, ainda em desenvolvimento. Está desenhada para conversas a dois e grupos privados cifrados de ponta a ponta com MLS (RFC 9420), e para grupos públicos que dizem, num rótulo permanente, que não são cifrados.

Cada grupo pode ter um assistente que responde pelo dono. No desenho, fica fora do grupo e só recebe o que um membro lhe envia de propósito. O nosso trabalho vai da marca e da entrada da app ao núcleo em Rust, onde vivem a identidade e o cofre.

As quatro leis do desenho, que nunca se negociam

  • A chave fica nos dispositivos.

    Nenhum servidor, painel ou cópia de segurança pode guardar uma chave que abra conteúdo privado. O desenho não tem chave de administrador.

  • Nada de criptografia própria.

    MLS através da OpenMLS e HPKE: protocolos e bibliotecas estabelecidos. Escreve-se a integração, nunca as primitivas.

  • O assistente vive fora do grupo.

    Nunca recebe as chaves do grupo. Só lê o que a app de quem escreve lhe envia de propósito.

  • Preços fora do modelo.

    Dados de pagamento e preços vivem em objetos assinados pelo dono do grupo. O modelo de linguagem só escolhe identificadores.

Identidade

Noite por omissão: um fundo quase preto, um cartão de vidro e fios de seda por trás. O açafrão tem regra escrita no sistema: logótipo, ponto de não lido, numeral do filtro e sublinhado do assistente. Nada mais.

  • Noite#090909
  • Seda#DBDEE3
  • Tinta#F4F3F0
  • Açafrão#F0B400
GeistVariável, de 100 a 900 · títulos a 610

Conversa à vontade.

GeistDe 400 a 600 · interface e números tabulares

É assim que os teus contactos te encontram.

O símbolo é a imagem final aprovada da marca, como fica no fim da entrada. Os ícones partem da curva e da cauda do balão, numa grelha de 24 com traço de 1,6.

Um só gesto.

Entre os 4,10 e os 5,30 segundos da entrada, o logótipo sobe, a seda sai da cauda do balão e o cartão de vidro cresce desse mesmo ponto. Cada peça nasce da anterior.

  1. O balão da Mynah ao centro do ecrã escuro, com o olho em açafrão; em baixo, «Saltar».
    O logótipo começa a subir.
  2. O balão sobe e da ponta da cauda sai um fio fino de seda.
    A seda sai da cauda do balão.
  3. A seda abre-se em fibras e desce pelo lado direito do ecrã.
    Abre-se em fibras, a descer.
  4. A câmara recua e a seda atravessa o ecrã num arco largo.
    A câmara recua.
  5. O cartão de vidro aparece por trás da seda, ainda sem texto legível.
    O foco passa para o cartão.
  6. O título começa a aparecer no cartão e o nome começa a escrever-se, só com o M.
    O título começa.
  7. O título «Conversa à vontade.» já se lê e o nome vai em MYN.
    O título chega.
  8. O cartão já pousado, com o nome MYNAH, o título, o campo do nome e o botão Continuar.
    O cartão assenta. Nada salta.

Com menos movimento, a entrada usa a transição curta e a seda fica parada; com menos transparência, o cartão fica opaco. Sobre a seda em movimento, o contraste mais baixo medido no texto foi de 8,71:1, em 1273 linhas.

Um cartão, três passos.

O registo inteiro acontece no mesmo cartão de vidro: o nome, o acesso e a recuperação, um passo de cada vez. No protótipo, a conta, o Face ID e a cópia da chave ainda são simulados.

  • Primeiro passo do registo: «nome.apelido» escrito no campo e a resposta «Este nome está disponível.»

    O nome. É assim que os teus contactos te encontram.

  • Segundo passo: o acesso, com a palavra-passe escrita e o botão «Ativar Face ID».

    O acesso. O Face ID abre a app no dia a dia; a palavra-passe protege o cofre e é pedida uma vez por semana.

  • Terceiro passo: a chave de recuperação, escondida, e o botão «Guardar a chave».

    A recuperação. Sem os teus dispositivos, só estas 24 palavras te devolvem as conversas.

  • Registo concluído: o nome, o acesso e a chave guardada, cada um com um visto.

    Registo concluído. Tudo pronto para conversar.

Num mercado cheio de promessas, dizemos exatamente o que não protegemos.

Está escrito nas regras de marketing do produto, ao lado de outras: nomear o protocolo em vez de prometer adjetivos, e dizer «auditado» só depois de o ser. A precisão é a diferença.

O que a Mynah não promete, por escrito no desenho

  • Metadados.

    O servidor vê quem está em que grupo, quando envia e os tamanhos. Minimizados, não escondidos.

  • A Apple e a Google.

    Sabem que a app está instalada e que recebe notificações.

  • Grupos públicos.

    São públicos: não são cifrados de ponta a ponta, e o rótulo diz isso sempre.

  • O dono do grupo.

    Num grupo com assistente, o dono vê as conversas com o assistente dele, e quem entra é avisado.

Próximo projeto NUA Clínica